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Áreas de atuação
Abordagem Psicanalítica
Muitas mulheres chegam à terapia emocionalmente esgotadas, vivendo em constante sobrecarga, ansiedade, autocobrança e dificuldade de se priorizar.
Frequentemente sustentam tudo sozinhas: relações, trabalho, maternidade, responsabilidades e expectativas, enquanto silenciam o próprio sofrimento emocional.
Com o tempo, isso pode gerar crises de ansiedade, sensação de vazio, exaustão emocional, dificuldade de desligar a mente, conflitos nos relacionamentos, dependência emocional, compulsões, insônia e
a sensação de estar perdida de si mesma.
A maternidade, muitas vezes idealizada socialmente, também pode despertar sentimentos de culpa, solidão, medo, insegurança e a sensação constante de precisar dar conta de tudo o tempo inteiro.
Em muitos casos, padrões afetivos dolorosos acabam se repetindo nos relacionamentos, na forma de se cobrar, de se abandonar ou de sustentar sozinha situações que geram sofrimento.
A psicoterapia oferece um espaço de escuta, acolhimento e elaboração emocional, permitindo compreender esses padrões, fortalecer a relação consigo mesma e construir formas mais saudáveis de viver seus afetos, relações e escolhas.
Em minha prática clínica, trabalho com a Psicanálise, uma abordagem que valoriza a escuta da história única de cada pessoa, considerando suas experiências, relações e emoções ao longo da vida.
A Psicanálise entende que muitos sofrimentos emocionais estão ligados a formas de pensar, sentir e se relacionar construídas ao longo da história de vida e que continuam se manifestando no presente.
No espaço terapêutico, por meio da escuta e das intervenções próprias da Psicanálise, esses padrões podem ser compreendidos e elaborados, abrindo espaço para mudanças possíveis e mais conscientes.
O processo terapêutico favorece o autoconhecimento, ajudando a pessoa a desenvolver novas formas de lidar com suas emoções, sua história e seus relacionamentos.
A clínica oferece um espaço de acolhimento, cuidado e reflexão, respeitando o tempo, a singularidade e o sofrimento de cada pessoa.
01
Ansiedade
A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas, como preocupação excessiva, medo, tensão constante ou sensação de estar sempre em alerta.
Na Psicanálise, o tratamento busca compreender a origem desse sofrimento a partir da história e das experiências de cada pessoa. Por meio da escuta clínica, é possível reconhecer conflitos internos e padrões que se repetem, favorecendo formas mais saudáveis de lidar com as emoções e com a ansiedade no dia a dia.
02
Depressão
A depressão pode se apresentar como tristeza profunda, desânimo, falta de energia, vazio ou perda de sentido.
O trabalho psicanalítico oferece um espaço de acolhimento para que esses sentimentos possam ser expressos e elaborados. A escuta cuidadosa permite compreender os sentidos inconscientes do sofrimento, promovendo maior compreensão de si e da própria história.
03
Luto e Processos de Perda
O atendimento é voltado à elaboração de perdas significativas, como a perda de pessoas queridas, separações, mudanças importantes e o luto perinatal.
A Psicanálise respeita o tempo de cada pessoa, oferecendo um espaço para que a dor possa ser vivida, simbolizada e integrada à história, sem pressa ou julgamentos, favorecendo a reconstrução emocional.
04
Vínculos e Conflitos Repetitivos
Muitas pessoas percebem que vivem conflitos semelhantes em diferentes relações, como dificuldades afetivas, familiares ou conjugais.
A clínica psicanalítica ajuda a compreender esses padrões de relacionamento que se repetem ao longo da vida.
No espaço terapêutico, é possível reconhecer essas dinâmicas e construir formas mais conscientes
e saudáveis de se relacionar.
05
Desenvolvimento e Escuta Infantil
Atendimento psicológico infantil fundamentado na Psicanálise, considerando o desenvolvimento emocional da criança, seus vínculos familiares e suas formas de expressão.
Os sintomas da criança são compreendidos como formas de comunicação do seu mundo emocional.
A escuta clínica busca compreender essas manifestações, respeitando a singularidade
de cada etapa do desenvolvimento.
06.
Fenômenos Obsessivos
Na Psicanálise, não se trabalha com o diagnóstico como rótulo. O que costuma ser chamado de TOC é compreendido como a manifestação de um modo singular de funcionamento psíquico, no qual pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos surgem como tentativas de lidar com a angústia.
Esses fenômenos não são vistos como algo isolado ou a ser simplesmente eliminado, mas como expressões de conflitos inconscientes e da forma como cada sujeito se organiza diante deles.
Através da escuta clínica, a Psicanálise oferece um espaço para que aquilo que se repete possa ser compreendido, elaborado e transformado, possibilitando novas formas de relação consigo mesmo e uma
redução do sofrimento psíquico.
07.
Burnout
O burnout costuma se manifestar como esgotamento físico e emocional, sensação de sobrecarga, cansaço constante, irritabilidade e perda de sentido em relação ao trabalho e à rotina.
Na perspectiva psicanalítica, esse sofrimento não é compreendido apenas como resultado do excesso de tarefas, mas também como expressão da relação do sujeito com as exigências externas, com o próprio desejo e com ideais de desempenho e responsabilidade.
Por meio da escuta clínica, o trabalho terapêutico possibilita compreender os sentidos desse esgotamento, reconhecer limites e elaborar conflitos que atravessam a vida profissional e pessoal, favorecendo formas mais saudáveis de se posicionar diante do trabalho e das demandas do cotidiano.