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Áreas de atuação
Abordagem Psicanalítica
Em minha prática clínica, trabalho com a Psicanálise, uma abordagem que valoriza a escuta da história única de cada pessoa, considerando suas experiências, relações e emoções ao longo da vida.
Muitas pessoas procuram a terapia em momentos de sofrimento emocional, ansiedade, tristeza, conflitos nos relacionamentos ou quando percebem que certas situações se repetem e causam dor.
A Psicanálise entende que esses sofrimentos estão ligados a padrões de pensamento, sentimentos e formas de se relacionar que se constroem ao longo da vida e se manifestam no presente.
No espaço terapêutico, por meio da escuta e das intervenções próprias da Psicanálise, esses padrões podem ser compreendidos e elaborados, abrindo espaço para mudanças possíveis e mais conscientes.
O processo terapêutico ajuda a ampliar o autoconhecimento, favorecendo novas formas de lidar com as emoções, com a própria história e com as relações.
A clínica oferece um espaço de acolhimento, cuidado e reflexão, respeitando o tempo e
a singularidade de cada pessoa.
01
Ansiedade
A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas, como preocupação excessiva, medo, tensão constante ou sensação de estar sempre em alerta.
Na Psicanálise, o tratamento busca compreender a origem desse sofrimento a partir da história e das experiências de cada pessoa. Por meio da escuta clínica, é possível reconhecer conflitos internos e padrões que se repetem, favorecendo formas mais saudáveis de lidar com as emoções e com a ansiedade no dia a dia.
02
Depressão
A depressão pode se apresentar como tristeza profunda, desânimo, falta de energia, vazio ou perda de sentido.
O trabalho psicanalítico oferece um espaço de acolhimento para que esses sentimentos possam ser expressos e elaborados. A escuta cuidadosa permite compreender os sentidos inconscientes do sofrimento, promovendo maior compreensão de si e da própria história.
03
Luto e Processos de Perda
O atendimento é voltado à elaboração de perdas significativas, como a perda de pessoas queridas, separações, mudanças importantes e o luto perinatal.
A Psicanálise respeita o tempo de cada pessoa, oferecendo um espaço para que a dor possa ser vivida, simbolizada e integrada à história, sem pressa ou julgamentos, favorecendo a reconstrução emocional.
04
Vínculos e Conflitos Repetitivos
Muitas pessoas percebem que vivem conflitos semelhantes em diferentes relações, como dificuldades afetivas, familiares ou conjugais.
A clínica psicanalítica ajuda a compreender esses padrões de relacionamento que se repetem ao longo da vida.
No espaço terapêutico, é possível reconhecer essas dinâmicas e construir formas mais conscientes
e saudáveis de se relacionar.
05
Desenvolvimento e Escuta Infantil
Atendimento psicológico infantil fundamentado na Psicanálise, considerando o desenvolvimento emocional da criança, seus vínculos familiares e suas formas de expressão.
Os sintomas da criança são compreendidos como formas de comunicação do seu mundo emocional.
A escuta clínica busca compreender essas manifestações, respeitando a singularidade
de cada etapa do desenvolvimento.
06.
Fenômenos Obsessivos
Na Psicanálise, não se trabalha com o diagnóstico como rótulo. O que costuma ser chamado de TOC é compreendido como a manifestação de um modo singular de funcionamento psíquico, no qual pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos surgem como tentativas de lidar com a angústia.
Esses fenômenos não são vistos como algo isolado ou a ser simplesmente eliminado, mas como expressões de conflitos inconscientes e da forma como cada sujeito se organiza diante deles.
Através da escuta clínica, a Psicanálise oferece um espaço para que aquilo que se repete possa ser compreendido, elaborado e transformado, possibilitando novas formas de relação consigo mesmo e uma
redução do sofrimento psíquico.
07.
Burnout
O burnout costuma se manifestar como esgotamento físico e emocional, sensação de sobrecarga, cansaço constante, irritabilidade e perda de sentido em relação ao trabalho e à rotina.
Na perspectiva psicanalítica, esse sofrimento não é compreendido apenas como resultado do excesso de tarefas, mas também como expressão da relação do sujeito com as exigências externas, com o próprio desejo e com ideais de desempenho e responsabilidade.
Por meio da escuta clínica, o trabalho terapêutico possibilita compreender os sentidos desse esgotamento, reconhecer limites e elaborar conflitos que atravessam a vida profissional e pessoal, favorecendo formas mais saudáveis de se posicionar diante do trabalho e das demandas do cotidiano.